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Astronomia
Quinta - 28 de Agosto de 2003 às 08:06

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Por Norma Nery, da ABr

Acompanhar o trajeto da Lua, desde que ela surge no céu até onde se põe, principalmente perto do mar, é a melhor maneira para a população identificar o planeta Marte, a estrela alaranjada que está mais perto da Terra, como não acontece há 50 mil anos. A informação é de Paulo Antonio de Souza Júnior, pesquisador da Companhia Vale do Rio Doce, que participou da missão Mars Exploration Rover da Nasa (agência espacial norte-americana), com o objetivo de descobrir se houve água no planeta que já foi muito parecido com a terra, mas atualmente é árido e frio.

O pesquisador fez uma palestra sobre o tema às 17h no Museu de Astronomia e Ciências Afins, no bairro de São Cristovão, abrindo o Programa de Observação do Céu, preparado pelo museu especialmente para a observação do fenômemo raro – Marte a apenas 55 milhões de quilômetros da Terra, o que só voltará a acontecer no ano 2287.

A aproximação de Marte, explicou, começou há um mês e teve seu ponto alto ontem, mas a observação continuará favorável por mais um mês.





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