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Informática
Segunda - 12 de Abril de 2004 às 09:29

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Semana passada, Steven Weinstock, corretor de imóveis de Nova York foi fazer uma pesquisa no Google digitando o vocábulo “judeu” e ficou indignado. O site que encabeçou a lista de resultados foi o Jew Watch, conhecido por seus artigos de caráter conspiratório, que acusam os judeus de controlar a mídia mundial e realizar experiências perigosas com a mente humana.

Imediatamente, Weinstock promoveu um abaixo-assinado online, pedindo ao Google que removesse o site de seu index. Até a última terça-feira, a lista já contava com mais de 2.800 assinaturas.

“O Google é o site top de buscas e o fato de retornar uma página dessas logo de cara, fomenta o ódio contra os judeus”, escreveu Weistock em sua petição.

David Krane, porta-voz do Google, explicou que as respostas apresentadas pelo Google são determinadas por um complexo algoritmo que mede fatores como a popularidade das páginas Web.

” Não manipulamos nada e, por isso, não vamos mudar o ranking do Jew Watch. Ele é o primeiro da lista porque é o mais acessado do gênero”, afirmou Krane.

A iniciativa de Wienstock, porém, pode levar alguns extremistas a lançar uma “bomba digital” contra o Google, que afetaria sua metodologia de buscas e , em conseqüência, eliminaria o Jew Watch de seu ranking.

Além da denúncia de Weinstock, o Google está enfrentando também um problema com a Market Age, empresa britânica que fornece ferramentas online de análise financeira. Ela alega que desde 2002 detém a marca Gmail em mais de oitenta países.

O interessante é que se fazendo uma busca - que o Google não fez - , acham-se mais companhias que utilizam o nome gmail. Uma delas é a Javeo, que pode ser encontrada no endereço www.gmail.net






Fontes: The Register e CnetNews




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