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Saúde
Sexta - 04 de Março de 2005 às 17:07

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O número de crianças que morreu de sarampo caiu 40% em todo o mundo nos últimos cinco anos, de acordo com especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da ONU.

Apesar de ser visto como uma enfermidade de pequena gravidade em muitos países, em lugares mais pobres o sarampo pode ser fatal, ou deixar a criança cega ou com problemas mentais.

Em 1999, de acordo com a OMS e a Unicef, a agência da ONU para a infância, o número de mortes causadas pelo sarampo foi de 873 mil; em 2003, havia caído para 530 mil.

As entidades afirmam que esta redução se deve sobretudo a bem-sucedidos programas de vacinação.

Complicações

As crianças malnutridas e que não são vacinadas estão especialmente sujeitas a morrer depois de contrair a doença.

Quando isso acontece, não é diretamente em decorrência do sarampo, e sim por causa de complicaçõse acarretadas pela doença.

A região mais afetada pelo sarampo é a África, mas a OMS e a Unicef dizem que o continente também foi aquele em que a redução no número de mortes causadas pela doença foi mais acentuado: 46%.

Especialistas na área de saúde dizem que a redução no número de mortes aconteceu em grande parte porque governos aderiram a um programa da OMS e da Unifef que visa assegurar que 90% das crianças sejam imunizadas contra a doença.

Desde 2001, um orçamento estimado em US$ 144 milhões (R$ 378 milhões) ajudou vários países africanos a promover campanhas de vacinação – as entidades dizem que custa menos de US$ 1 para imunizar uma criança.

Segundo o relatório da OMS, nenhuma morte por sarampo foi registrada no Brasil em 2003.




BBC, em Londres




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